Equipe Pirilampo

Iluminamos o que já existe
dentro da sua empresa

A Pirilampo não inventa conhecimento — ajuda as organizações a encontrar, organizar e manter o que já foi produzido pela própria equipe.

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Como a Pirilampo surgiu

A Pirilampo nasceu de uma observação recorrente: equipes competentes que não conseguiam acessar o próprio conhecimento de forma confiável. Manuais espalhados em pastas sem padrão, wikis que ninguém atualizava, procedimentos que viviam só na cabeça de quem estava de férias.

Em 2022, um grupo de profissionais com histórico em gestão de informação corporativa e configuração de sistemas de linguagem começou a trabalhar em Brasília com um método diferente: inventariar antes de construir. Não adianta montar um assistente sobre documentação desatualizada ou inconsistente.

Desde então, trabalhamos com organizações de médio porte no Distrito Federal e entorno para mapear fontes, configurar assistentes com escopo definido e manter essa estrutura funcionando ao longo do tempo. O nome vem de um inseto que produz luz própria — a metáfora que nos orienta: iluminamos o que já existe, não criamos o que não está lá.

O que nos move

Clareza antes de tecnologia

Nenhuma ferramenta substitui a clareza sobre o que se quer documentar. Começamos sempre pelo inventário — entendendo o que existe, onde está e em que estado.

Transparência na origem

Um assistente que não mostra de onde tirou a resposta pede fé cega. Tudo que configuramos aponta o documento de origem — para que a equipe possa verificar e questionar.

Manutenção como parte do serviço

Documentação envelhece. Tratamos a revisão periódica como parte essencial do trabalho, não como um extra cobrado separado.

As pessoas por trás do trabalho

RC

Renata Carvalho

Fundadora · Gestão de Informação

Trabalhou por oito anos com arquitetura da informação em organizações públicas federais antes de criar a Pirilampo. Lidera os projetos de levantamento de fontes.

FL

Felipe Lemos

Configuração de Sistemas

Especialista em configuração e ajuste de assistentes de linguagem para uso corporativo. Responsável pelo período de observação e pelos ajustes pós-entrega.

AD

Aline Drummond

Planos de Manutenção

Conduz as revisões trimestrais e as sessões de trabalho com as equipes clientes. Formação em biblioteconomia e gestão de processos organizacionais.

Padrões que orientam cada projeto

Inventário primeiro

Nenhum projeto de assistente começa sem um mapeamento completo das fontes existentes. É o nosso protocolo de entrada em qualquer organização.

Confidencialidade dos documentos

O acervo documental do cliente permanece sob controle da organização. Acordos de confidencialidade são assinados antes de qualquer acesso a documentos internos.

Escopo com fronteiras definidas

Todo assistente configurado tem um escopo documentado e aprovado. Perguntas fora do escopo têm um caminho de encaminhamento claro, nunca uma resposta aproximada.

Proveniência sempre visível

Cada resposta gerada pelo assistente indica o documento de onde foi retirada. Não há respostas sem referência.

Ajuste contínuo no primeiro mês

As quatro primeiras semanas após a entrega incluem um período de observação com ajustes, sem custo adicional. Faz parte do contrato de configuração.

Documentação do próprio processo

Entregamos um guia escrito para que a equipe do cliente saiba como manter o conjunto de fontes atualizado, sem depender exclusivamente de nós.

Gestão de conhecimento interno em organizações brasileiras

Organizações de médio porte no Brasil acumulam conhecimento operacional ao longo dos anos: manuais de procedimento, documentos de onboarding, registros de decisões, instruções de atendimento, bases de tickets resolvidos. Parte desse material existe em drives corporativos. Outra parte circula por e-mail. Uma terceira existe apenas na memória das pessoas que estão há mais tempo na empresa.

Quando alguém precisa de uma resposta, o caminho habitual é perguntar a quem sabe — o que interrompe fluxos de trabalho, cria dependências pessoais e deixa lacunas evidentes quando há rotatividade de pessoal. A questão não é ausência de documentação, mas ausência de acesso organizado ao que já foi documentado.

A abordagem da Pirilampo parte de uma premissa: antes de qualquer tecnologia, é necessário entender o que existe. O levantamento de fontes produz um mapa do acervo documental — com volume, responsável, data de atualização e uma avaliação de confiabilidade de cada fonte. Sobre esse mapa, a configuração do assistente define o que entra no escopo e o que permanece fora.

O resultado é um sistema que a equipe pode consultar com confiança, sabendo de onde cada resposta vem e quem é a pessoa de referência para dúvidas que o documento não cobre. Não é um atalho para criar documentação onde ela não existe — é uma forma de tornar acessível o que já foi produzido.

Quer entender como isso funcionaria na sua organização?

Uma conversa inicial de trinta minutos ajuda a entender se faz sentido começar pelo inventário ou direto pela configuração do assistente.

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